Rondônia, terça, 24 de maio de 2022.

Dr. Neidson apoia “Mês Roxo” em Rondônia

Dr. Neidson apoia “Mês Roxo” em Rondônia

“É importante destacar que a doença é neurológica e, portanto, não contagiosa”, destaca o parlamentar

Em 26 de março é celebrado o Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia. A data foi criada em 2008 pela canadense de nove anos Cassidy Megan, numa parceria com a Associação de Epilepsia da Nova Escócia.

A intenção é mobilizar as pessoas para aumentar a consciência sobre a doença, que afeta cerca de 1% da população em todo o mundo e que acomete 2% entre os brasileiros, segundo a Liga Brasileira de Epilepsia. A canadense que criou essa iniciativa escolheu o tom roxo, que representa o isolamento vivido por muitas pessoas que têm esse distúrbio.

Em Rondônia, o deputado estadual e médico, Dr. Neidson de Barros Soares (PMN) abraçou a campanha utilizando suas redes sociais para demonstrar a importância de uma atenção maior à doença.

“A intenção desta campanha é educar a população, auxiliando no combate ao estigma e preconceito acerca deste distúrbio. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a epilepsia é uma das doenças neurológicas mais comuns, afetando aproximadamente 50 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, estima-se que cerca de 1,8 milhão de brasileiros possuem epilepsia”, declara Dr. Neidson.

TRATAMENTO

Em casos de convulsões, característica de epilepsia, deve ser avaliada se a crise realmente se trata de epilepsia. Para tanto, é necessário solicitar exames de sangue, tomografia e ressonância. Esses procedimentos vão contribuir para fazer a confirmação (ou não) da epilepsia e  a exclusão de algumas hipóteses diagnósticas.

A doença pode ser tratada e os pacientes podem até alcançar a cura. O tratamento é feito com medicamentos anticonvulsivantes, que podem evitar as crises convulsivas. Conforme a literatura, se um paciente ficar cinco anos sem crises, a medicação pode ser suspensa. Nesses casos, esses doentes são considerados curados. Ainda há possibilidade de tratamento cirúrgico para casos refratários. “O conselho sempre é para que as pessoas consultem seu médico”, diz o deputado.

Março foi escolhido para incentivar debate sobre a doença, que atinge 2% da população brasileira
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